Críticas

Crítica: Mulher-Maravilha

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Depois de muita espera, finalmente chegou a vez da Princesa Amazona ganhar as telas em sua primeira adaptação cinematográfica, depois de mais de 30 anos da bem sucedida série de TV estrelada por Lynda Carter. Mulher-Maravilha estreia nesta semana com a responsabilidade de revitalizar o Universo DC no cinema, visto que as produções anteriores (O Homem de Aço, 2013; Batman v Superman – A Origem da Justica, 2016 e Esquadrão Suicida, 2016) não agradaram a totalidade dos fãs.

Crítica: Homem-Aranha: De Volta Ao Lar recupera frescor do personagem

Escrito por Eduardo Marchiori.

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O Homem-Aranha chega aos cinemas pela sexta vez, desde 2002, quando estreou o primeiro longa-metragem do herói, estrelado por Tobey Maguire. No entanto, é a primeira vez que o personagem é retratado com a fidelidade aos quadrinhos que os fãs esperavam.

O motivo é que a Marvel Studios produziu o longa, num acordo com a Sony Pictures, detentora dos direitos autorais do personagem desde os anos 1990, quando a Marvel licenciou seus heróis para escapar da quase falência. Depois de cinco produções - a trilogia dirigida por Sam Raimi, em 2002, 2004 e 2007 e o reboot “O Espetacular Homem-Aranha” 1 e 2, com Andrew Garfield no papel principal – o aracnídeo chega renovado, na pele do jovem ator Tom Holland.

Aos 21 anos, Holland é o mais jovem ator a personificar Peter Parker (Tobey Maguire tinha 27 anos e Andrew Garfield tinha 29 anos quando assumiram o papel, em 2002 e 2012, respectivamente) e isso garantiu uma característica básica do aracnídeo, que era adolescente quando adquiriu seus superpoderes, sempre envolvido com problemas típicos da idade, como estudos, namoradas, primeiro emprego e, nesta versão modernizada, videogames e vídeos no You Tube.